quarta-feira, 15 de julho de 2009

Vou-me indo




Pretendo me mudar pra esse endereço...... (logologo abandonando esse inteiramente)

http://vidinhanoir.blogspot.com/

domingo, 14 de junho de 2009

Parada Obrigatória


O blog vai entrar em manutenção (não nos termos técnicos de fora de ar, mas sim de reconceitualização).

Estranho é isso coincidir com o final do semestre na faculdade, não? xD

Depois ele volta, mais elegante...

segunda-feira, 8 de junho de 2009

terça-feira, 26 de maio de 2009

Pokémon

Por mais que seja taxado como retardado ou nerd, todo mundo sabe o que é.

Aí vai um site legal, com tirinhas baseadas nos jogos portáteis.
Convite irrecusável pra todo mundo que já teve um GameBoy.






P.S.:E pra quem não teve, hoje me dia, com a internet, pode conseguir um emulador e começar a jogar. Garanto: viciante... ^^

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Dica de Jogo

Não é tão recente, mas só agora que fui jogar o Comandos 3...

- fikdik - xD


sábado, 23 de maio de 2009

10 piores filmes sobre Games









(Copiado do Portal TViG)

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Frenesi Criativa



Estamos sempre preocupados com o tempo. E lidar com uma fator imaginário que nos subjulga é o caminho mais curto pro abandono de caminhos geniosos.

Assim, acostumamos a vivenciar termos como "ócio criativo" e esperar que não possamos pensar até que não haja mais nenhuma outra opção (ou leia obrigação, pra satisfazer seu ego).

Mas foi passando pelas duas semanas mais turbulentas de um bom tempo (tanto, que nem consigo lembrar) que lembrei-me da arte e da contemplação e voltei, abruptamente, à desenhar, escrever, tocar, compor......

A pausa só se faz nescessária pra transcrever, gravar no metal da tela e no vazio do ar, as cores e formas que surgem - sem pedir licenças - mas carente por atenção. Lutando pela própria concepção em meio aos autômatos sociais, soberanos e acomodados.

A Arte está por aí. Os olhos e ouvidos é que se fecham.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Remedy de The Black Crowes



Baby, baby why can't you sit still?
Who killed that bird out on your window sill?
Are you the reason that he broke his back?
Tell me Did I see you laugh about that?
If I come on like a dream?
Would you let me show you what I mean?
If you let me come inside?
Will you let it glide?

Can I have some remedy?
Remedy for me please.
Cause if I had some remedy
I'd take enough to please me.

Baby, baby why did you dye your hair?
Why you always keeping with your mother's dare?
Baby why's who's who, who knows you too?
Tell me Did the other children scold on you?

sábado, 9 de maio de 2009

Sem Tempo

Estava em semana de prova, na Faculdade (o que dura até três semanas na verdade).


Em breve novos posts
^^

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Chatterton de Seu Jorge & Ana Carolina

Composição: Serge Gainsbourg

Sangue, sangue, sangue...

Chatterton suicidou
Kurt Cobain suicidou
Getúlio Vargas suicidou
Nietzsche Enlouqueceu
E eu não vou nada bem
Não vou nada bem (x2)


Chatterton suicidou
Cléopatra suicidou
Isocrátes suicidou
Goya enlouqueceu
E eu não vou nada bem
Não vou nada bem (x2)

...Não vou nada bem...


Chatterton suicidou
Marco Antonio suicidou
Cleópatra (foda-se) suicidou
Schumann enlouqueceu
E eu (Puta que pariu!)
Não vou nada bem
Não vou nada bem (x2)

Suicidou...

Todo mundo que vocês estão pensando aí..
Tiro no pé (suicidou) deram tiro no pé

Não vou nada bem...

Puta que pariu!!!!!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

pêsames


Hoje morreu um blog. Acho que o mais autêntico que já tinha visto.

Mas não vou deixar links. Não vou deixar uma trilha de pão, porque não me importo de perder na floresta. Cogito até a idéia de apagá-lo do meu histórico, pra deixá-lo virar só um pedacinho de mim... até perder as características que o autor deixou e passar a ser meu. Minha lembrança.

Todos perdemos com isso, mas poucos serão os que sentirão falta.

(to D.V.)

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Nerdismo (pt. I)





Programador: ser que converte cafeína em software.
(by [A]dalbas )

terça-feira, 28 de abril de 2009

Dia Parado


Tem dia que já levanto com saudades
Uma doce e suave melancolia
E as vezes (não raras) são dum "futuro antigo"
Uma foto amarelada na ponta do telescópio,
vindo de longe.... indo pra longe....

Nesses dias, sobe-se junto com o Sol,
sabendo fatidiamente que quando estiver no topo, começa a descer
é consciente e voluntário mas ainda assim sempre novo

A vida passa não como um rio feminino, ou como um avião juvenil
Parece, nesses dias, que vai como um cachorro
(ou como uma mula de carga)
Ou Vai como um velho(a) de chapéu,
- e muitas vezes o chapéu é mais velho que o Homem -
(E aí, nesse caso, quem vai é o chapéu,arrastando o Homem na sua sombra)

Esses dias duram só aurora e crepúsuculo
Não tem tons esverdeados, nem gosto salgado
São docemente anil (como jujuba roxa, daqui até o infinito)

Nesses dias morre-se com vontade de parar tudo
E volta em páscoa pro silêncio da existência

sábado, 25 de abril de 2009

^^

Caisetas legais: http://www.threadless.com/

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Otimismo






[personagem 1] - "Podia ser pior: podia estar chovendo !" (^^)




{começa a chover}





[personagem 1] - "Sinto muito, Andy Kauffman ..." ("/)

terça-feira, 21 de abril de 2009

Morte


É típico do humano não conseguir pensar na não-existência. Não fui eu quem elaborou essa frase, mas sinto-me hábil a usá-la pra estender uma das idéias mais assustadoras dos seres sociais viventes dotados de gir-encêfalo e polegar opositor-prensil desenvolvidos(o homem, no sempre crescente evocativo do Jojô): a Morte.

É típico da sociedade contemporânea e dos indivíduos consumidores que a compõem terem a noção de que tudo que é construindo inter-pessoalmente pode ser destruido. Mas o egoísmo nos inibe de ver que as construções intra-pessoais - nossas experiências, lembranças, vivência etc - também podem ser findadas com uma facilidade impressionante.

Como um poema ou uma música, todo sentimento e calor que se estica em cada pedacinho de matéria que temos se esvai, num suspiro ineitável, exprimido no ridículo que é a nossa noção de tempo.

sábado, 18 de abril de 2009

Dumb do Nirvana



I'm not like them
But I can pretend
The sun is gone
But I have a light
The day is done
Without having fun
I think I'm dumb
or maybe just happy
Think I'm just happy....

my heart is broke
But I have some glue
help me inhale
And mend it with you
We'll float around
And hang out on clouds
Then we'll come down
And I have a hangover...Have a hangover

Skin the sun
Fall asleep
Wish away
The soul is cheap
Lesson learned
Wish me luck
Soothe the burn
Wake me up

I'm not like them
But I can pretend
The sun is gone
But I have a light
The day is done
Without having fun
I think I'm dumb
or maybe just happy
Think I'm just happy... think im just happy...

i think im dumb, i think im dumb...

Realidade

A realidade é o padrão enfadonho e entediante que definimos pra nos proteger da inconstante excitação de ter que recriar tudo do zero a cada institante, invalidando a Matemática, a Linguagem e as Religiões, por exemplo.


Parece-me um conceito dos mais abstrativos de identidade, porque na sua definição de realidade está o todo o escopo das coisas que você pode pensar e , potencialmente, fazer. Daí o paradigma do inimaginável (aquilo que em consciência não pode ser atingido ou mensurado) já nos torna um ponto obscuro e confuso, quase sempre levando a reticências mortais.

Mas como sabemos que as regras são sempre essas? Quando saberemos a hora que entrarmos na toca do coelho se já é praxe passear entre lá e cá?


Viver dopado não é uma opção, mas uma obrigação pra quem não quer esperar na placa de "PARE" em frente ao muro braco, mas sim escalá-lo até a exaustão; e quando estiver alto o suficiente pra ninguém mais te ver sair flutuando/rolando no espaço, desenhando a alma com luzes no meio do escuro completo da insanidade não pra encontrar beleza, mas pra gastar o giz de cera até os dedos, e poder continuar sobreesrevendo com seu sangue, até se esvairir numa tela tão infinita que observador nenhum conseguirá vê-la por completo numa única vez.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Tarantino e a Segunda Guerra Mundial



Anunciado pra 23 de Outubro, nos cinemas nacionais.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Afeto

Carinho não é querer proteger, mas sim não deixar que se destua sozinho. Pelo menos é assim que vejo.

Não é possessividade reprimida, tão pouco protecionismo hipócrita que falo. Eu gostaria de achar os vocábulos certos pra explicar esse sentimento de culpa por muitas vezes não saber/poder fazer nada pra que as coisas/pessoas se percam em existência ou em sentido.

Longe da visão cotidiana de consumo, a preocupação não estar no ter que adquirir mais pra não esgotar, mas sim em manter saudavelmente um equilíbrio que pereptue matéria e memória, sem choque temporal.

Gostar mesmo é se preocupar à toa, mas sem dar sermão depois. è querer ficar perto mas sem querer que dure pra sempre, pra poder voltar mais tarde e dizer que sentiu falta, uma doce saudade nescessária.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Ressureição


Repleto do sentimento pascoal de renovação, eu, que cresci num lar crisão, estou acostumado com uma visão peculiar do recomeçar que é pressuposto pra "validação" da nosssa fé.

Combinando meus preceitos religiosos a uma análise forçada e informal de individualismo e constante busca da perfeição, tudo que posso afirmar do meu desejo anula nessa época é um desejo intermitente de me tornar alguém socialmente melhor (com ênfase no meu péssimo desempenho acadêmico, esse ano).

Não há sentido algum na restauração se essa não for dada como coletiva e cíclica. E assim como um "homem" que pode vencer a morte e dá exemplo de que nada é definitivo, comfirmando todas suas palavras de ida nova e amor infinito (já que nem a morte pode pará-lo), um ser social e não tão altruísta pode ser insiparado a tentar novas abordagens e atitudes, com finalidade única de se sentir moralmente recompensado, extendendo esse "bem-estar" aos que o cercam.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

uma nova visão

Afim de agilizar as postagens e mudar o corpo do blog, além dos recortes típicos que venho colocando, colocarei re-definições diárias, tal qual um "dicionário" das coisas como eu vejo e adapto pro meu mundo.

Pensei ser uma proposta interessante (apesar de não ser uma idéia tão original).


...Enjoy...

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Her Morning Elegance de Oren Lavie




Sun been down for days
A pretty flower in a vase
A slipper by the fireplace
A cello lying in it's case

Soon she's down the stairs
Her morning elegance she wears
The sound of water makes her dream
Awoken by a cloud of steam
She pours a daydream in a cup
A spoon of sugar sweetens up

And She fights for her life
As she puts on her coat
And she fights for her life on the train
She looks at the rain
As it pours
And she fights for her life
As she goes in a store
With a thought she has caught
By a thread
She pays for the bread
And She goes...
Nobody knows

Sun been down for days
A winter melody she plays
The thunder makes her contemplate
She hears a noise behind the gate
Perhaps a letter with a dove
Perhaps a stranger she could love

And She fights for her life
As she puts on her coat
And she fights for her life on the train
She looks at the rain
As it pours
And she fights for her life
As she goes in a store
With a thought she has caught
By a thread
She pays for the bread
And She goes...
Nobody knows

And She fights for her life
As she puts on her coat
And she fights for her life on the train
She looks at the rain
As it pours
And she fights for her life
Where people are pleasently strange
And counting the change
And She goes...
Nobody knows

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Voltinha

Ultimamente tento conciliar uma vida profissional com uma vida afetiva, e isso tem consumido bastante tempo (um tempo muito bem gasto, diga-se de passagem).

E também ando com uma preguiça sistemática, combinando com um cansaço típico de universitário.

Então, vou diminuir o ritmos das postagens, tentando não desistir desse blog também (como fiz com os outros).

terça-feira, 31 de março de 2009

Mafalda - Tédio



(pra Ana)

segunda-feira, 30 de março de 2009

Such Great Heights de Postal Service



I am thinking it's a sign that the freckles
In our eyes are mirror images and when
We kiss they're perfectly aligned
And I have to speculate that God himself
Did make us into corresponding shapes like
Puzzle pieces from the clay
True, it may seem like a stretch, but
Its thoughts like this that catch my troubled
Head when you're away when I am missing you to death
When you are out there on the road for
Several weeks of shows and when you scan
The radio, I hope this song will guide you home

They will see us waving from such great heights,
"Come down now"... They'll say.
But everything looks perfect from far away,
"Come down now"... But we'll stay

I tried my best to leave this all on your
Machine but the persistent beat it sounded
Thin upon listening
That frankly will not fly, you will hear
The shrillest highs and lowest lows with
The window's down when this is guiding you home


sábado, 28 de março de 2009

Indicação Literária 2



Dessa vez vim falar duma obra que descobri num não-raro momento de navegação desproposital na internet. Lendo um pouco mais sobre o universo dos quarinhos, antecipando-me à nova mania hollywoodiana - a adaptação de HQ e Graphic Novels juvenis - quando deparei com uma experiência literária extremamente atraente.

Esse post é dedicado à indicação da obra "Lost Girls", de A. Moore e M. Gebbie, uma graphic novel erótica. Mas bem mais que arte rebuscada ou pornô, fascinei ao encarar a idéia de reler clássicos da lisergia secular com novos olhos.

A proposta foi repensar as aventuras de Alice (de Alice no país das Maravilhas e Alice no país dos Espelhos), Dorothy (d'O Mágico de Oz) e Wendy (de Peter Pan) não como fugas da realidade e contraversões à visão adulta, tido como socialmente correta, mas sim como experiências sexuais precoces.

Com metáforas legais e citações do momento histórico reconhecido como precedente à Primeira Guerra, a leitura dessa GN é encantadora e indispenável.

quarta-feira, 25 de março de 2009

"Heaven ad Hell" no Brasil




A lenda vem ao Brasil mais uma vez. Tony Iommi, Geezer Butler, Ronnie James Dio e Vinny Appice voltam ao Brasil trazendo o Heaven and Hell para uma série de apresentações no mês de maio.

A turnê pela América do Sul começa em 05 de maio na Colômbia. Depois o grupo se apresenta na Argentina e no Chile. O primeiro show no Brasil está agendado para o dia 10 de maio no palco do Chevrolet Hall, em Belo Horizonte. No dia 13 a banda se apresentará em Brasília, no Ginásio Nilson Nelson.

Na capital paulista o Heaven and Hell fará dois shows: dias 15 e 16 no Credicard Hall. A turnê pelo país termina com uma apresentação no Citibank Hall, no Rio de Janeiro, no dia 17 de maio. Informações sobre ingressos ainda não estão disponíveis. A informação foi divulgada em sites internacionais mas ainda não há confirmação nos sites das casas de shows.

Esta será a segunda vez que os quatro músicos se apresentarão juntos no Brasil. Eles estivem no país em 1992 durante a turnê do álbum “Dehumanizer”, do Black Sabbath. O Sabbath ainda tocou no país em 1994, com outra formação. O vocalista Ronnie James Dio já esteve no país diversas vezes.

A banda terminou recentemente as gravações do primeiro álbum de estúdio sob o nome Heaven and Hell e a revista Classic Rock teve acesso ao último dia de gravação no Rockfield Studios. Alguns dos títulos de músicas divulgados pela revista são “Rock n’ Roll Jesus”, “Breaking into Heaven”, “Bible Black”, “Double Pain” e “Atom + Evil”. O álbum deve chegar às lojas em abril, pela Rhino Records.

(notícia extraída do canal Rock Online, do portal Terra, publicado dia 7 de Janeiro de 2009)

terça-feira, 24 de março de 2009

Choir Vandals de the American Analog Set



Burned out like all
Cathie candles
Marked up with the
Choir vandals
Reading, "destroy, destroy, destroy"

Two-speed cycle
Streamered handles
Evenings with the
Roman Scandals
I just want to be someone you know

domingo, 22 de março de 2009

Exótico = Atraente




Estava assistindo a mais uma das obras-primas da Disney, Tarzan, e pensando o quão a proposta do grotesco nos desenhos animados se aproxima da idéia do exótico, mostrando a infatilização das relações ao se descartar os preconceitos. Não estou negando que não existe o medo ou a insegurança na hora de firmar o primeiro contato, mas sim de que a aproximação é exata e pacífica, sempre.

Tentando puxar pela memória, cheguei aos exemplos desde o absurdo, como o Peter Pan (que contraria a realidade), até o caricato, como o Quasímodo e o Fera (que fogem completamente do padrão humano de feição). Em todos os casos não existe o pavor do excêntrico. Todo mundo se adapta ao primeiro contato e passa a uma aproximação passional ao que é inédito, descreditando sua própria moral e realidade pela verdade do outro.

Bem bonitinho. Mas totalmente fictício.

sábado, 21 de março de 2009

Calvin and Hobbes


- Você já está fazendo o trabalho do colégio? Não era só pra quinta ?
- É, eu sei... Mamãe disse que as pílulas devem estar funcionando...
- Bem, é que está nevando lá fora e eu pensei que, talvez, a gente pudesse... Bem, eu não sei. Você que diz.
- Desculpa, eu não estava escutando. Eu realmente tenho que terminar isso.

....
- Vamos velho amigo, dá um tempo.

[ ]s!

quinta-feira, 19 de março de 2009

APCM strikes back


É com um certo atraso - mas ainda sim com um grande pesar - que venho comentar o fechamento da comunidade Discografias, do Orkut, onde posts remissivos indicavam à downloads de CDs completos de diversas bandas. O que deveria, ao meu ver, ser visto como um serviço essencial e universal.

Como forma de conter a vazão de material (o que legalmente é chamado de distribuição) e a violação de direitos autorais (que são uma fatia gorda de dinheiro que volta pras produtoras e gravadras) a Anti-Pirataria de Cinema e Música (ACPM) começou uma série de pressões nos moderadores e donos de todas comunidades afins, como a "Trilha sonora de Filmes" e "Trilha sonora de Novelas", levando todas ao colapso, como forma de evitar embates jurídicos épicos -em que seriam massacrados, indubitavelmente.

É sempre difícl discutir o compartilharmento virtual e o uso de direitos de detenção e reprodução de mídia. Mas concordemos que simplesmente não dá pra se conehcer uma banda, mesmo que uma vez indicada por conhecidos de gosto confiável, comprando seu CD novo de R$ 80 numa loja.

Deve-se ter a idéia de que a forma de venda de mídia gravadas em discos físicos é antiquada e, em era de digitalização total, totalmente inapropriada à expansão comercial. E o sistema de venda digital, como fornecidos no iTunes e semelhantes ainda carece de melhor formalização.

Fica aí uma coisa a se pensar: como viabilizar lucros aos artistas com seu trabalho e levá-lo à todo mundo, com o menor encargo abusivo possível? Como conciliar baixo custo de produção e baixo custo de venda, maximizando vendas com a multiplicação de clientes?

segunda-feira, 16 de março de 2009

I Love my Computer - Bad Religion



I love my computer you make me feel alright
Every waking hour and every lonely night
I love my computer for all you give to me
Predictable errors and no identity

And it's never been quite so easy
I've never been quite so happy

(Chorus)
All I need to do is click on you and we'll be joined in the most soul-less way
And we'll never ever ruin each other's day 'cuz when I'm through I just click
And you just go away

I love my computer you're always in the mood
I get turned on when I turn on you
I love my computer you never ask for more
You can be a princess or you can be my whore

And it's never been quite so easy
I've never been quite so happy

(Chorus)

The world outside is so big but it's safe in my domain
Because to you I'm just a number and a clever screen name

All I need to do is click on you and we'll be together for eternity
And no one is ever gonna take my love from me because I've got security,
Her password and a key

sexta-feira, 13 de março de 2009

O Curioso Caso de Benjamim Buton

Meus amigos devem se lembrar de eu ter citado umas n vezes um filme oriental com a mesma idéia-embrião do tão falado Curioso Caso de Benjamim Buton. Pois bem, achei uma crítica que cita tal obra. Então, acompanhem a leitura retirada do Blog UOL, nomeado Chip Hazard:

Duas cenas na primeira meia hora de O Curioso Caso de Benjamin Button indicam que o filme poderia surpreender. Em uma delas vemos Queenie (Taraji P.Henson) descobrindo um milagre, "não como se espera": o corpo de um bebê envelhecido como uma uva passa. Mais tarde, esse bebê rejuveneceu alguns anos, e encontra o amor de sua vida debaixo de uma mesa, à luz de uma vela. Belíssimo momento de captação do olhar da menininha que crescerá Cate Blanchett. Infelizmente, quanto mais vemos o pequeno monstrinho se transformar em Brad Pitt mais chato o filme fica.

David Fincher continua com a mania boba de repetir indicações para não perder o espectador. Em Zodíaco, eram os malditos biscoitos em forma de peixe (ou coisa que o valha), que o infantilóide do personagem de Mark Ruffalo passa anos comendo. Em Benjamin Button é o senhor que sempre comenta que foi atingido sete vezes por um raio. Na primeira vez, temos duas dessas visões. Como o filme irá repetir isso até o final, ficamos com a certeza de que as outras visões viriam mais cedo ou mais tarde. Nada errado com esse procedimento se acompanhar a trama já não fosse um certo sacrifício.

Um tema como esse que o Fincher abordou, baseado num conto de F.Scott Fitzgerald, não me parece pedir esse tratamento "realista". Bem entre aspas o realista, porque um bebê nascido velho e rejuvenescendo com o passar dos anos é tudo menos realista. Mas supondo que isso pudesse acontecer, todo o tratamento dado para os personagens que se envolvem com ele fazem com que sejam mais interessantes do que ele próprio, e isso não foi culpa do Brad Pitt.

Tomemos como exemplo a Queenie. Quanto mais ficamos distantes de seus olhos grandes e sedentos de afeto e cuidado, mais o filme se torna desinteressante. O mesmo acontece com a Daisy de Cate Blanchett, que quanto mais envelhece mais enfadonha fica (de novo, não é culpa da atriz). Ou com o capitão do navio. Benjamin parece um anjo, sem defeitos, sem um momento de raiva, dor, revolta. Um justo, sempre, assim como todos os que o rodeiam. Mas todos envelhecem como a gente, Benjamin não. Logo, esse tratamento demasiado humano dado ao personagem simplesmente não cola.

Em Raros Sonhos Flutuantes, filme de Eizo Sugawa que tem uma trama bem parecida, não se chega tão perto de um realismo, a não ser, claro, no comportamento dos personagens nos momentos específicos que o filme escolheu mostrar. Mas a simples escolha dos momentos obedece a uma lógica nada realista, pois está calcada na fantasia. Nada é explicado também, pelo que lembro. Vemos somente um caso de amor ameaçado por dois caminhos que vão em direção oposta: enquanto um envelhece, a outra rejuvenesce, e não há idade que interrompa esse amor (daí o escândalo, mas também a beleza). O desejo é mais forte que a consciência, e a pungência não vem apenas de uma melodia óbvia tocada no piano, mas da cruel situação que é um obstáculo ao pleno desejo. Tudo é efêmero, mas não se abandona, nem se teme o desejo, essa é a principal diferença.

Benjamin Button, ao contrário, mostra desejos sendo represados o tempo todo, e carrega demais nas notas açucaradas de piano, na voz ensopada da narradora no final do filme (Daisy, agonizando no hospital), no desejo de capturar a emoção do espectador a qualquer custo.

Sei não, mas prefiro Se7en e Vidas em Jogo a esses dois últimos e elogiados filmes do Fincher. E a safra do Oscar está um horror, já que Slumdog Millionaire também é um fiasco e O Leitor é abaixo da crítica.





Já que ninguém mencionou a semelhança entre O Curioso Caso de Benjamin Button, de David Fincher, e Raros Sonhos Flutuantes (1990), de Eizo Sugawa, sinto-me na obrigação de homenagear aqui um dos maiores diretores japoneses, e um dos mais injustiçados também.

No filme de Fincher, que ainda não pude ver, Brad Pitt nasce velho e vai rejuvenescendo. É baseado num conto de F. Scott Fitzgerald, e tudo leva a crer que Fincher, mesmo se tiver feito seu melhor trabalho, não tenha chegado aos pés de Sugawa em sua derradeira obra, em que um homem de meia idade conhece uma idosa num hospital, e com o passar dos dias essa senhora vai rejuvenescendo até virar uma menininha.

Raros Sonhos Flutuantes (Tobu Yume Wo Shibaraku Minai), feito dois anos depois de O Rio dos Vagalumes (um dos filmes da minha vida), tem uma infinidade de planos antológicos, com destaque para o último, a caminhada de mãos dadas entre o homem e a menina, pequenina, com os dois se afastando da câmera.

O filme de Sugawa é baseado num romance de Taichi Yamada, e foi exibido uma única vez no Brasil, na 20ª Mostra Internacional de São Paulo, em 1996. Curiosamente, essa obra-prima, assim como a anterior, O Rio dos Vagalumes, não está disponível em lugar algum, nem no Japão - a não ser em fitas VHS mofadas, mas nem mesmo assim foi encontrada por um amigo que viaja sempre para lá. Já o filme do Fincher, qualquer dia eu encaro. Se for 10% do que é o do Sugawa, já ficarei bem feliz.


(por Sérgio Alpendre)


quarta-feira, 11 de março de 2009

Mario Bros. Live

segunda-feira, 9 de março de 2009

Volta às aulas


Hoje reiniciaram as aulas da UFG.

E, pra variar, o primeiro dia é cheio de gente nova que logo-logo vai desistir e desiludir, cair na desgraça da rotina e deixar-se convencer que escolheu erroniamente o curso.

Pode parecer uma visão preconceituosa, mas é a sina da Ciências da Compurtação, o receptório dos mais juvenis e promessores proto-nerds, que acham que a diversão pode-se confundir com o trabalho na área digital.

Que engano...... =(

Acho que é só isso que se tem pra falar por enquanto.

sábado, 7 de março de 2009

Merdas acontecem ....

Hoje não me retenho em nada além de um certo conformismo com as situações amorais e excêntricas que experimento todo dia.

Tento não me convencer do egocentrismo natural inerente à toda pessoa em problemas, mas não consigo parar de pensar naquele jargão: "por que isso está acontecendo comigo?"

Explicações elaboradas à parte (já que não tenho intimidade com você, leitor, já que nunca se manifestou antes nas outras postagens), prefiro dizer só que existe um fator sistemático que faz tudo o que me acontece ser como uma resposta automática das escolhas que fiz/faço.

Logo, o tema desse post não é me lamentar ou bater minha cabeça no muro virtual das lamentações que meu blog poderia se tornar. Mas deixar o pensamento mais íntimo que tive sobre toda a recente merda que me atormenta.


Dá até mesmo uma vontade de acreditar num julgamento supremo e inviolável. Diz-se que "aqui se faz, aqui se paga" e que "a voz do povo é a voz de Deus". Então, por silogismo lógico, existe uma forma divinal que te julga, condena e avisa implicitamente que lhe fará isso.

Não queria enfatizar um moralismo hipócrita, mas sim focar a necessidade de dizer que o Universo é a máquina mais fascinante que existe, porque ele consegue retribuir em ações & reações suas reações & ações à aleatoriedade gigantesca de acontecimentos que é uma vida humana, comfortável e miserável, em todos seus sentidos.

É... Merdas acontecem....

quinta-feira, 5 de março de 2009

Ode ao Oftamologista

Ode ao Oftamologista

Fitei-me no espelho e me apavorei
muito procurei mas não achei nada
"Será que estou perdendo minha identidade ?"
Que nada! Só tenho a pupila dilatada....

(Rafael Souza Oliveira)


Me convenço que a visão é o instinto mais necessário à vida cotidiana.

E devido esforço que estou fazendo com minha pupila ainda dilatada, o resto da narrativa épica sobre uma tarde pós-insone e cego de um nerd viciado em seu computador.

terça-feira, 3 de março de 2009

Indicação Literária

Pois bem .... Com muito prazer gostaria de gastar uma postagem inteira pra recomendar-lhes umas das obras literárias que está me fascinando e roubando meu sono (mesmo estando doente e morrendo de dor de cabeça) nesses últimos dias.

Longe da narrativa frenética e oralizada dos livros que me conquistaram há pouco tempo (como F. Kafka ou L. Carrol), é a inquietude e a renovação de perspectivas de "O APANHADOR NO CAMPO DE CENTEIO" (The catcher in the rye -no original) , de J.D. Salinger, que me atrai tanto.

Publicado em forma de revista em 1945 e como livro em 1951, é um clásscio universal e obrigatório no estudo literário dos países de língua inglesa.

A seguir, a análise feita no site burburinho, assinada pelo blogueiro Nemo Nox:

"The Catcher in the Rye conta, numa narrativa em primeira pessoa, alguns dias na vida do adolescente Holden Caulfield, que acaba de ser expulso da sua terceira escola bem às vésperas do natal, nos EUA do pós-guerra. Numa linguagem simultaneamente criativa e coloquial (o que dificulta a vida dos tradutores), Caulfield vai revelando, aos poucos, algo sobre o seu passado, sua família e seus conhecidos, ao mesmo tempo em que vagueia por New York pulando de uma encrenca para outra. E, para alguém entediado e deprimido como ele, nada melhor que uma encrenca para manter o interesse.

O texto segue a linha joyceana do fluxo de consciência, com as frases jorrando aos borbotões como se saídas diretamente da cabeça do narrador, saltando de um assunto para o outro sem grande cerimônia, parecendo obra do acaso. (Na verdade, tudo isto é planejadíssimo, e existe até mesmo um capítulo no qual, sob uma sutil máscara, é discutido o papel das digressões na narrativa.) Em The Catcher in the Rye o fluxo de consciência funciona particularmente bem, pois permite expressar a instabilidade emocional do protagonista não somente no conteúdo da narrativa mas também em sua forma.

Holden Caulfield é ao mesmo tempo o herói e o vilão da história. Vítima de si próprio e de sua sensibilidade ao que o cerca, divertidamente mentiroso, assumidamente covarde, parece buscar uma espécie de redenção ajudando desconhecidos e cultuando sua irmãzinha de dez anos. Mas o que realmente o incomoda é o vazio e a falsidade das pessoas, que por mais promissoras que pareçam sempre acabarão por se revelar como mais uma decepção. Isto não faz de The Catcher in the Rye exatamente uma leitura animadora, mas ainda assim existe algum resquício de inocência e ingenuidade infantil em Holden Caulfield, e também um humor (negro, é claro), que não deixam o livro afundar num poço de pessimismo e depressão.
"



Curiosidade final: Mark Chapman, o assassino de John Lennon, levava uma cópia em formato de livro de bolso durante seu crime.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Pensata - 26/01/09

Ateus, poetas & messias
(por João Pereira Coutinho, texto retirado integralmente do sítio da Folha de São Paulo, em 26 de Janeiro de 2009)

13 de janeiro

A estupidez humana não cessa de me espantar. Leio na imprensa do dia que uma associação "humanista" da Grã-Bretanha lançou em Londres uma campanha pública para defender a provável inexistência de Deus. A ideia foi escrever nos ônibus da cidade duas frases de arrasadora profundidade filosófica: "Deus provavelmente não existe. Por isso, deixa de te preocupar e aproveita a vida".

A tese espanta, não apenas pela infantilidade que a define --mas pela natureza ilógica que a contamina. Se Deus não existe, haverá necessariamente motivos para celebrar?

Os mais radicais "philosophes" do século 18 concordariam que sim. O próprio projeto iluminista, na sua crítica à instituição religiosa como autoritária e obscurantista, defendia que a libertação dos Homens passava pela libertação do divino. Nem todos os "philosophes" eram ateus, é certo: Rousseau ou Diderot, impenitentes "deístas", não são comparáveis a La Mettrie ou Helvétius. Mas o iluminismo continental abriria a primeira brecha na cultura ocidental, ao retirar a Fé do seu trono e ao coroar a deusa Razão.

Foi esse gesto primordial que tornaria possível as devastadoras críticas posteriores do trio maravilha (Feuerbach, Marx e Freud). Deus criou os Homens? Pelo contrário: Deus é uma criação dos Homens por razões várias e todas elas racionalmente explicáveis.

Os Homens criaram Deus por temerem a sua própria mortalidade (Feuerbach). Os Homens criaram Deus por contraposição às condições materiais das suas existências precárias (Marx). Os Homens criaram Deus por puro sentimento de culpa: parricidas arrependidos, eles buscam ainda uma autoridade perdida; Deus é o "fétiche" infantil de quem se recusa a viver uma vida adulta (Freud).

Infelizmente, aparece sempre alguém para estragar a festa. Falo de Doistóievski, claro, disposto a contrariar o otimismo liberal da burguesia russa oitocentista, para quem Deus era um empecilho de modernidade. Pela boca de Karamazov, Dostoiévski formularia a pergunta que Feuerbach, Marx, Freud e também Nietzsche se recusaram a enfrentar: e se a ausência de Deus significa também a ausência de qualquer limite ético para a acção humana?

Essa possibilidade seria confirmada no século seguinte: um século devastado por grandes construções coletivistas, utópicas e rigorosamente ateias que libertaram um fanatismo e uma crueldade indistinguíveis do fanatismo e da crueldade das antigas religiões tradicionais.

Quando os Homens não acreditam em Deus, eles não passam a acreditar em nada; eles acreditam, antes, em qualquer coisa, como dizia profeticamente Chesterton. Antes de festejarmos a provável inexistência do barbudo, convém saber o que essa coisa será.

domingo, 1 de março de 2009

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Essa vida noturna...

"Quanto mais velho eu fico, mais bêbado eu me torno. Por quê? Porque eu gosto do êxtase da mente." (Jack Kerouak)

Durante os fins de semana o blog tende a ficar maio largado devida a um hábito infinitamente maior que minha escrita passional: a boêmia.

Entre o prazeroso fardo da pena e a leveza sublimação da embriaguez, escolhe um copo cheio de cerveja à uma folha cheia de tinta, sem pensar mais que 35 vezes.



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Junkie



Segundo algumas explicações modernas da psicologia, o entorpecente é sempre visto como um sinal de fuga da realidade, de escape emocional e psicológico pra cena cotidiana. Mas eu, como um bom nerd-junkie que estou me transformado, não consigo imaginar um jeito de ser mais real do que a embriaguez.

Livre das conveções sociais e das repreções do super-ego, tem-se a liberdade de se fazer merda com uma isenção moral incrível. e talvez seja essa iniquidade iminente que mostra a real face do humano.

Não se enganem, mas o bêbado é mais próximo do divino que o artístico (ao menos, no meu ponto de vista). A arte de criar e destruir são sinônimos que a sociedade engole em seus preceitos de organização e constutivismo.

Longe de buscar uma justificativa sensata pra insensatez da embriaguês, queria deixar claro que uma pessoa sóbria pode ser mais surreal que uma não.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Decadência do IO

Era uma vez uma terra muito distante, habitada por primatas cosmopolitas bastante ordeiros, mas com uma natureza egoísta inredutível. A maior de todas as histórias era longe de ser a da criação e ascensão própria, mas sim a de como arruinaram seu mundo.

Os mais "sábios" diziam ter visto ou pevisto tal falência (e ainda conseguem atribuir a culpa à falta de virtuosismo na relação entre eles), mas a apatia sistemática os levou a decadência moral também.

Longe de ser um Apocalipse arrebatador, o planeta engoliu a existência deles como foma de chamar atenção pra pilhagem que fizeram. E como reação imediata, a produção urbana e rural foi tendendo à nulidade, mesmo ainda dispondo de recurso naturais. Sem atribuir mais àquele fator maior importância do que a incredibilidade na troca entre as nações, que levava semelhantes a guerras devastadoras.

Imediatamente antes do já irremediável fim, o metal que usavam como mediador de trocas não valia mais nada, vários cofres foram saqueados pelos líderes das nações e não existia mais um senso artístico de beleza, a não ser a propaganda que o imaginário popular de cada nação gerava de seus melhores guerreiros e literatos.

Nada mais sobrou além desse relato e do nome do local descrito: Império Ocidental

Simple Man de Lynyrd Skynyrd

(Gary Rossington - Ronnie VanZant)

Mama told me when I was young
Come sit beside me, my only son
And listen closely to what I say.
And if you do this
It will help you some sunny day.
Take your time... Don't live too fast,
Troubles will come and they will pass.
Go find a woman and you'll find love,
And don't forget son,
There is someone up above.

(Chorus)
And be a simple kind of man.
Be something you love and understand.
Be a simple kind of man.
Won't you do this for me son,
If you can?

Forget your lust for the rich man's gold
All that you need is in your soul,
And you can do this if you try.
All that I want for you my son,
Is to be satisfied.

(chorus)

Boy, don't you worry... you'll find yourself.
Follow you heart and nothing else.
And you can do this if you try.
All I want for you my son,
Is to be satisfied.

(chorus)

"Depois do silêncio, aquilo que mais aproximadamente exprime o inexprimível é a música"
(Aldous Huxley)


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Carnaval

É, minha TV nunca ficou tanto tempo seguido desligada. Não que eu seja um desses inteluctuazóides que recriminam a cultura massificada; é só que uma festa baseada no imaginário sexual coletivo e usada icônicamente pra representar nosso decadente/promissor país num outdoor de turismo europeu não consegue prender minha atenção quanto à idéia original de cristão VS. leão da inescrupulosa Roma.

Que tipo de lazer é ese que acaba entediando ainda mais? Aos poucos me convenço de que fiquei mais burro desde o surgimento do BBB, mesmo não assistindo. E admito com grande orgulho que ainda assisto ao desenhos clássicos, heranças dos cartoons dos anos dourados, como Luluzinha, que passa às 4 ou 5 horas da manhã, na Globo (e aí está mais um ponto a favor da troca de turnos d'O total silêncio da madrugada).

Uma amiga me questionou uma vez "que tipo de país dito sério tem um feriado dessas proporções (em tempo e custos)". Como reposta eu me lembro te ter comentado sobre um feriado oficial numa ilhota de Barbados, que é um das muitas micro-nações toscas e falidas da América Central (curiosidade: A marinha de Barbados tem um contigente total de 17 integrantes), o que não quer dizer que Barbados seja não-sério ....

Nudez, sambas meme e 3 dias de pausa do médio comércio. Sim, é carnaval...

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Heróico

Em um dos não-raros momentos de total ócio no Domingo, aproveitado pra assisitir um episódio de Samllville na TV aberta (já que aqui em casa eu não tenho cabo... =\ ), deparei com um questionamento que vez ou outra me incomoda: a moral do herói.

Watchmen (o filme), está chegando nos cinemas em breve e logo a inquietação da mente heróica vai se popularizar. Aos que não conhecem o roteiro, originado nos quadrinhos de A. Moore, é descrita uma sociedade acostumada a justiceiros fantasiados, até que um crime revelam fraquezas que debilitam a crença dos heróis nos "civís" e entre eles, bem parecido com crise do Projeto Cadmus, da DC Comics.

Mas o que me incomodou agora pouco foi o diálogo final entre a Lana (personagem feminina carente e indefesa) e o Clark (alter-ego do Superman, em que ele simula um humano idiota e alienado, já que nasceu poderoso, diferente das mutações típicas). Em que ela afirma que não é só o SuperHerói tem que guardar sua identidade, mas como todo mundo tem que ter uma fantasia social pra poder cumprir seus papel com moral imputável.

Quão sóbrio é um mundo em que é pré-requisito básico da convivência e pacifismo a nescecidade dos cidadãos carregarem sempre seu uniforme sob seus ternos impecáveis e rondarem a noite causando e/ou evitando a falência do seu pessoalismo?

Como todo bom nerd, sou leitor assíduo de quadrinhos, e admiro não o poder moral e o julgamento fundamentalista dos "mocinhos", mas o caráter que os leva a não se tornarem alcóolatras depois de tantos embates virtuosos e existenciais (em seu critério pessoal).


" Não existe grandeza onde não há simplicidade, bondade, e verdade."
(Leon Tolstoi)

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Presque Vu

Por mais que explicações hormonais sejam suficientes pra Biologia e pra Psicologia, a sensação intermitente de estar revendo aquilo que deveria, em tese, ser inédito, me assusta e me impressiona. Pouco se sabe da origem da lenda, mas é culturalmente aceito que no momento antecedente à morte possa se contemplar toda a vida como se assistindo a um filme.

Estou eu morrendo aos poucos? Ou alguns fatos são tão memoráveis que me dão a certeza da morte e me chocam mesmo durante a "premiére-sessão"? Confesso parvo que tenho medo de questionar e descubrir que não posso mudar nada. E admito também que me assusta ainda mais a idéia de essa ser a segunda, terceira ou enésima chance de mudar e ainda estar atolado em merda.

Dedico esse texto a incrível combinação do leilão no Canal do Boi, o Folk em execução na rádio, o clipe pausado no YouTube.com e meu desktop (com destaque ao relógio), formando uma colagem que retoma à uma recordação límpida da imagem que antes nunca vi



....e Ele viu que era bom, descansou o sétimo dia e fez do oitavo o primeiro. Chamou de semana e puniu o homem com a ausência de esperança ...

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Escrita frenética


Primeiro, gostaria de me desculpar pela brevidade da outra postagem de hoje. Mas o objetivo foi um desabafo sincero e sintético, fugindo da prolixia escrota do "meu" estilo de escrita padrão.
Não quero ainda definiar muito o rumo do blog, já que é um espaço dado aos meus tratos e eu não sou o mais responsável e metódico dos humanos.


Inicialmente, eu gostaria de uma obra enfática e universal, que agradace e respondesse, tanto mim (como autor de questionamento e da racionalidade) como a você (como leitor investigativo e, prinipalmente, como humano sensível).

Sei lá. Ainda estou impressionado pelos tratados dinâmico e conformistas de Kafka e da sinergia e maneirismo da linguagem de Kerouac. Além de que a possibilidade de alguém terminar de ler um post extenso é quase nenhuma.


"Procura o que escrever, não como escrever. "
(Sêneca)

O total silêncio da Madrugada

Talvez seja só mais uma evidência débil , mas a inversão do dia (na verdade manhã) pela noite (madrugada) que faço é uma resposta automática à decadência existencial que é o começo cotidiano.

Respeitando a metáfora cíclica diária, a manhã é um nascimento traumatizante e grosseiro, em que socialmente as pessoas abandonam seu repouso e sua identidade e vão realizar suas obrigações com o sistema.

Assim como o cabelo bagunçado e os olhos apertados, as palavras saem tropes e torpes (e não são muitas), ansiosas pra voltarem ao repouso de novo - a inércia parece ser muito mais tendenciosa ao se manter parado que movimentando durante o nascer do sol - e convencendo seu pronunciante e seus ouvintes o quão fatídico é ter que cair na rotina de novo.

E eu nem quero citar o quanto é legal ouvir a Ana Maria Braga e sua moral de correntes de spam na hora de comer, obrigatoriamente, carboidratos e laticínios....

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

1UP !

Vou tentar mais uma vez, agora já bem cansado e abatido.

Erguerei com um certo desanimo sistemático que sinto esse espaço pessoal/público, mas inspirado agora numa experiência mais introspectiva, como ressalva de esperança pra que eu possa me livrar (mesmo que só por um pouco) de mim mesmo.



Tentem se divertir. A recíproca é sempre verdadeira (independende do conceito de verdade)