Carinho não é querer proteger, mas sim não deixar que se destua sozinho. Pelo menos é assim que vejo.
Não é possessividade reprimida, tão pouco protecionismo hipócrita que falo. Eu gostaria de achar os vocábulos certos pra explicar esse sentimento de culpa por muitas vezes não saber/poder fazer nada pra que as coisas/pessoas se percam em existência ou em sentido.
Longe da visão cotidiana de consumo, a preocupação não estar no ter que adquirir mais pra não esgotar, mas sim em manter saudavelmente um equilíbrio que pereptue matéria e memória, sem choque temporal.
Gostar mesmo é se preocupar à toa, mas sem dar sermão depois. è querer ficar perto mas sem querer que dure pra sempre, pra poder voltar mais tarde e dizer que sentiu falta, uma doce saudade nescessária.
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