Parece-me um conceito dos mais abstrativos de identidade, porque na sua definição de realidade está o todo o escopo das coisas que você pode pensar e , potencialmente, fazer. Daí o paradigma do inimaginável (aquilo que em consciência não pode ser atingido ou mensurado) já nos torna um ponto obscuro e confuso, quase sempre levando a reticências mortais.
Mas como sabemos que as regras são sempre essas? Quando saberemos a hora que entrarmos na toca do coelho se já é praxe passear entre lá e cá?Viver dopado não é uma opção, mas uma obrigação pra quem não quer esperar na placa de "PARE" em frente ao muro braco, mas sim escalá-lo até a exaustão; e quando estiver alto o suficiente pra ninguém mais te ver sair flutuando/rolando no espaço, desenhando a alma com luzes no meio do escuro completo da insanidade não pra encontrar beleza, mas pra gastar o giz de cera até os dedos, e poder continuar sobreesrevendo com seu sangue, até se esvairir numa tela tão infinita que observador nenhum conseguirá vê-la por completo numa única vez.

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