Watchmen (o filme), está chegando nos cinemas em breve e logo a inquietação da mente heróica vai se popularizar. Aos que não conhecem o roteiro, originado nos quadrinhos de A. Moore, é descrita uma sociedade acostumada a justiceiros fantasiados, até que um crime revelam fraquezas que debilitam a crença dos heróis nos "civís" e entre eles, bem parecido com crise do Projeto Cadmus, da DC Comics.Mas o que me incomodou agora pouco foi o diálogo final entre a Lana (personagem feminina carente e indefesa) e o Clark (alter-ego do Superman, em que ele simula um humano idiota e alienado, já que nasceu poderoso, diferente das mutações típicas). Em que ela afirma que não é só o SuperHerói tem que guardar sua identidade, mas como todo mundo tem que ter uma fantasia social pra poder cumprir seus papel com moral imputável.
Quão sóbrio é um mundo em que é pré-requisito básico da convivência e pacifismo a nescecidade dos cidadãos carregarem sempre seu uniforme sob seus ternos impecáveis e rondarem a noite causando e/ou evitando a falência do seu pessoalismo?
Como todo bom nerd, sou leitor assíduo de quadrinhos, e admiro não o poder moral e o julgamento fundamentalista dos "mocinhos", mas o caráter que os leva a não se tornarem alcóolatras depois de tantos embates virtuosos e existenciais (em seu critério pessoal).
" Não existe grandeza onde não há simplicidade, bondade, e verdade."
(Leon Tolstoi)

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