quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Decadência do IO

Era uma vez uma terra muito distante, habitada por primatas cosmopolitas bastante ordeiros, mas com uma natureza egoísta inredutível. A maior de todas as histórias era longe de ser a da criação e ascensão própria, mas sim a de como arruinaram seu mundo.

Os mais "sábios" diziam ter visto ou pevisto tal falência (e ainda conseguem atribuir a culpa à falta de virtuosismo na relação entre eles), mas a apatia sistemática os levou a decadência moral também.

Longe de ser um Apocalipse arrebatador, o planeta engoliu a existência deles como foma de chamar atenção pra pilhagem que fizeram. E como reação imediata, a produção urbana e rural foi tendendo à nulidade, mesmo ainda dispondo de recurso naturais. Sem atribuir mais àquele fator maior importância do que a incredibilidade na troca entre as nações, que levava semelhantes a guerras devastadoras.

Imediatamente antes do já irremediável fim, o metal que usavam como mediador de trocas não valia mais nada, vários cofres foram saqueados pelos líderes das nações e não existia mais um senso artístico de beleza, a não ser a propaganda que o imaginário popular de cada nação gerava de seus melhores guerreiros e literatos.

Nada mais sobrou além desse relato e do nome do local descrito: Império Ocidental

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