
Estamos sempre preocupados com o tempo. E lidar com uma fator imaginário que nos subjulga é o caminho mais curto pro abandono de caminhos geniosos.
Assim, acostumamos a vivenciar termos como "ócio criativo" e esperar que não possamos pensar até que não haja mais nenhuma outra opção (ou leia obrigação, pra satisfazer seu ego).
Mas foi passando pelas duas semanas mais turbulentas de um bom tempo (tanto, que nem consigo lembrar) que lembrei-me da arte e da contemplação e voltei, abruptamente, à desenhar, escrever, tocar, compor......
A pausa só se faz nescessária pra transcrever, gravar no metal da tela e no vazio do ar, as cores e formas que surgem - sem pedir licenças - mas carente por atenção. Lutando pela própria concepção em meio aos autômatos sociais, soberanos e acomodados.
A Arte está por aí. Os olhos e ouvidos é que se fecham.

Nenhum comentário:
Postar um comentário